25/11/13

Costela de vitela

Não é fácil de encontrar no talho do Vasco, pois desaparece rapidamente. No entanto, esta costela de vitela não escapou e consegui trazê-la para casa. A sócia gosta de fazer arroz de costela, mas eu dei-lhe outro destino. Foi estufada com uma Super Bock, acompanhada com dois tipos de couve adquiridos no supermercado chinês, cenoura, cogumelos Brauner e arroz branco japonês.
Quanto mais tempo estiver a estufar, mais tenra fica a carne e o ideal é que a mesma se solte perfeitamente do osso.
Aqui ficam as imagens:





14/11/13

Stew, pork and beef

Fim de tarde: muito trabalho, mas o pessoal da Pensão Estrelinha tem que jantar. Talho do Vasco: 350 g de carne de vaca para estufar (daquela que não tem contrato com o dentista) mais 350 g de carne de porco. Tudo cortado em cubos pequenos, que em casa ainda se desfazem em lascas graças a uma faca bem afiada.
Uma cebola, dois dentes de alho, duas cenouras, polpa de tomate, 1 alho-francês, cogumelos Brauner, 1 cerveja Stout da Super Bock, sal, pimenta-preta. Tacho e deixar as carnes amaciarem. Entretanto, forno a 180°C. Fazer cama com a massa folhada. O estufado está pronto, toca de deitar sobre a cama de massa folhada. Cobrir com outra camada de massa folhada e levar ao forno por 15 minutos.
Acompanhar com uma boa salada. Para a próxima já prometi que, em vez de massa fohada pré-fabricada, faço eu a massa da Pie. Merece!


Costeletas de borrego

Costeletas de borrego; acho que já vieram aqui parar a este blog, mas não interessa, pois estes posts são só para despejar as fotos que estão na Nikon e que correm o risco de ultrapassar o prazo de validade.
Vinho branco seco, alho, louro, sal, pimenta-preta, colorau, fio de azeite e um pouco de banha de porco.
Grelhador a aquecer em lume esperto. A marinada a borbulhar e as costeletas a grelhar. Quando no ponto – que fica ao critério de cada um –, é só acompanhar com uma boa batata frita, um esparregado ou uma salada.
Bom proveito.

 

Pavlova

Com papas e bolos se enganam os tolos. Tolos neste filme só mesmo aqueles capazes de resistir um bolo destes.
Uma Pavlova de comer até não ficar nem uma migalha de merengue. Esta foi feita com pêssego, mas pode ser confeccionada com qualquer outra fruta.
 

13/11/13

Lulas recheadas

Não foi eu quem as preparou, mas sim a sócia. Estavam boas e foram para a mesa da Pensão Estrelinha acompanhadas por um puré de batata verdadeiro e não daqueles pré-fabricados. Do recheio constou um bom chouriço de Quiaios.

 

Mousse de lima

Antes que as fotos que estão na Nikon se estraguem deixo aqui apenas algumas imagens e ideias daquilo que tem ido à mesa cá na Pensão Estrelinha nos últimos tempos.
Esta mousse de lima foi bem aceite, mas o que eu gostava mesmo era de conseguir encontrar ユズ (yuzo), um citrino japonês que, segundo dizem, é uma mistura de toranja com tangerina. Saboreei uma mousse de yuzo no Ichiban e digo-vos que é de comer e chorar por mais.



27/10/13

Pão-de-ló

Como já disse neste blog por várias e variadas vezes, a doçaria não é a minha especialidade. O seguir receitas à risca não vai muito com o meu feitio e, por isso, costumo deixar que a tarefa corra a cargo da sócia da Pensão Estrelinha. 
A culpa foi de novo daquele maldito canal 24 kitchen da Zon e desta vez de uma menina bué da pirosa, armada em rockabilly de trazer por casa mas que, volta e meia, até apresenta uns preparados dignos de registo.
Foi este o caso e aqui ficam as fotografias do resultado. Apenas um conselho para quem tomou nota da receita da serigaita: pelo menos mais 5 a 10 minutos de forno a 180-200°C.

Como saiu do forno
Depois de desenformado
O resultado final numa mesa
para cinco pessoas