30/03/19

Massada de Polvo com Camarão

Sexta-feira, pelas sete da tarde, hora de ir ao supermercado.
À sócia da Pensão Estrelinha apetecia-lhe uma massada de peixe... mas, peixe a sério, é coisa que só se compra na Banca da Bela, lá para as bandas de Alvalade... Inda por cima a tais desoras! 

Toca de ir rapidinho ao Pingo Doce do Arco do Cego e sacar dos congelados o mais parecido com um polvo que por lá se encontrava.
Chegado a casa: polvo a descongelar, mais tirar o bico de papagaio, caso contrário fica duro e sabe mal. Panela de pressão com ele, mais os feitiços que me ensinaram para o deixar macio... que não conto, pois que são meus. Só digo que há que afugentar o polvo!

Cebola bem picadinha, mais alho picado tal qual a cebola, umas rodelas de chouriço, dois tomates maduros, devidamente pelados e picados, aos quais acrescentei um pacote de polpa de tomate, mais umas quantas tiras de pimento vermelho e, por fim, com autorização da Joana, duas malaguetas bird eye. Foi tudo para o meu tacho preferido a ganhar sabores e aromas.
Polvo na panela, ingredientes a suarem (as tiras de pimento foram as últimas a entrar na sauna).
Foi trabalho de sincronia, pois precisava da água de cozer o polvo para com esta cozer as massas de cotovelo.
Refogada a cebola e demais acompanhantes, juntei-lhes uns camarões. Piquei coentros e casei-os com umas quantas folhas de hortelã e foram para o tacho.
Chegada a hora, copo de vinho branco e caldo de peixe para a cebola e seus amigos; mais água do polvo e boa pitada de sal. Quando já tudo fervilhava, toca de deitar as massas.
Enquanto isto, cortei o polvo em pedacinhos, que acabaram por se juntar ao festim faltavam 4 minutos para o final da cerimónia.

Lista de ingredientes, para 4:

1 kg de polvo

8 camarões grandes
2 cebolas
2 dentes de alho
1 copo de vinho branco
Azeite para cobrir o fundo do tacho
2 Tomates
1 pacote de polpa de tomate
Folhas de Hortelã
2 Malaguetas pequenas
1/2 Pimento vermelho, em tiras grossas
1 Raminho de coentros
Folhas de hortelã
4 a 5 rodelas de bom chouriço, picadas
Sal q.b.
Caldo de peixe

Imaginação e diversão


 

29/11/18

Ossobuco

Não é a primeira vez que aqui vem parar um ossobuco.
Mas este saiu delicioso e merece repetição:
Não é imprescindível, mas dá bastante jeito ter uma panela de pressão.
Um bom fio de azeite no fundo da panela de pressão.
Uma cebola grande cortada em meias rodelas, mais dois tomates cortados em quartos e três dentes de alho esmagados.
Deixam-se ganhar cor e libertar aromas e líquidos.
Entretanto, passei os dois bocados de ossobuco por farinha (operação essencial para manterem o tutano, que acaba por ser o rei da manja).
Quando achei que a cebola e restantes acompanhantes estavam no ponto, coloquei os dois pedaços de ossobuco por cima, mais uma cenoura grande cortada em cubos (brunoise, para ficar mais à la chef) e uma folha de louro. Reguei tudo com um bom copo de vinho branco e juntei uma dose generosa de manteiga, mais os devidos temperos de sal e pimenta-preta moída na altura. Deixei levantar fervura, tapei a panela de pressão e esperei que passassem 40 minutos.
No entrementes, descasquei batatas para fazer o puré de acompanhamento.
O resultado final não podia ter sido melhor: carne a desfazer-se na boca, tutano saboroso até mais não e um puré de batata (não fui eu que me encarreguei da preparação do mesmo) digno de acompanhar tal iguaria.

 

28/11/18

Porca doce de Beja

Continuando por terras do Alentejo, a seguir ao chouriço sem cura da Amareleja vem a famosa porca doce de Beja.
De novo uma amável oferta que muito agradou ao paladar cá dos hóspedes da Pensão Estrelinha.

Massapão e recheio de doce de gila, um verdadeiro manjar.

Para quem não conhece esta delícia, aqui ficam as imagens da porca doce e da embalagem onde pode ser adquirida.


 

Chouriço sem cura

Quem gosta de petiscos anda sempre à espreita de novidades, e esta tratou-se de uma verdadeira novidade cá na Pensão Estrelinha: Chouriço sem cura, ou não curado, da Amareleja. 
Oferta de Amizade.

Foi assado, mas diz quem sabe que também pode ser cozido.

Aconselha-se e recomenda-se


 

20/09/17

Doce Japonês

Simplicidade tão refinada.
Oferta do embaixador Sakutaro Tanino por ocasião da cerimónia de apresentação do livro: Pearl Harbor, Lisboa, Tóquio, escrito por Morishima Morito.




04/09/17

14/04/17

Mousse de limão

Mais fácil é capaz de ser difícil.

Uma embalagem de mascarpone, um pacote de natas, sumo de 3 limões + raspa de um limão e açúcar a gosto.

Batedeira a funcionar et voilà!

A verdadeira mousse de limão fica bastante mais leve graças aos ovos e às claras batidas em castelo, mas esta deixa-se comer e dá para 8 doses.

Duas horas de frigorífico são suficientes, mas, se ainda sobrar, fica melhor no dia seguinte.